Redes de Proteção na Freguesia do Ó: do Casario Antigo ao Concreto Novo
A Freguesia do Ó nasceu no fim do século 16, quando o bandeirante Manuel Preto se instalou na região e, em 1610, pediu autorização para erguer a capela que deu nome ao bairro — um dos núcleos mais antigos da capital, elevado a freguesia em 1796. Esse passado colonial está de pé ao redor do Largo da Matriz: casario e sobrado com paredes de alvenaria centenária, muitas vezes assentada sem prumo perfeito, e esquadria de madeira que já não fecha reto. A poucos quarteirões, na direção da Avenida Itaberaba e da Avenida Nossa Senhora do Ó, o bairro muda de perfil: prédios recentes em concreto armado, com guarda-corpo de alumínio.
Diante dessa mistura, a Telabras não usa a mesma fixação para tudo. Na alvenaria antiga do entorno do Largo da Matriz, a parede costuma ser mais porosa e irregular, e o instalador testa o substrato antes de fixar qualquer gancho. No prédio novo, em concreto armado, a fixação é mais previsível, mas exige broca e bucha adequadas ao material mais denso. Em ambos os casos, a instalação segue a NBR 16046: mínimo de 30 kgf por ponto, espaçamento máximo de 35 cm e flecha de até 3 cm. A rede é de polietileno virgem com tratamento UV, suporta 500 kg/m² e tem certificação do Instituto Falcão Bauer.
Quem mora perto do Largo da Matriz ou nas ruas que sobem em direção à Ponte da Freguesia do Ó sabe que o bairro não tem um único tipo de parede. Por isso a Telabras sempre faz visita técnica antes de orçar: testa o substrato, mede cada abertura e só então define o gancho, a bucha e o traçado da rede. O orçamento é sem compromisso, com parcelamento em até 12x sem juros.
- Avaliação do substrato antes de decidir a fixação certa
- Bucha e ancoragem adaptadas à alvenaria antiga do casario colonial
- Fixação em concreto armado dos prédios novos, sem improviso
- Mesma rede certificada, técnica de instalação ajustada a cada parede