Proteção em Imóveis do Campo Grande
O Campo Grande vive um ciclo de verticalização puxado pela Linha 9-Esmeralda: no entorno da Estação Campo Grande, terrenos que abrigavam galpões e casas térreas vêm dando lugar a torres residenciais novas, quase todas com sacadas fechadas por guarda-corpo de vidro. Mais para dentro do bairro, entre o Largo do Campo Grande e a Av. Nossa Senhora do Sabará, permanecem as casas e os prédios médios de décadas anteriores — dois perfis de imóvel que exigem soluções de ancoragem bem diferentes.
É nas torres novas que mora o detalhe técnico que mais gera dúvida por aqui: guarda-corpo de vidro temperado não pode ser furado depois da têmpera — é o que determina a ABNT NBR 14698. Por isso a Telabras ancora a rede na estrutura da própria sacada (laje, pilares ou alvenaria) e, quando a arquitetura não oferece ponto de sustentação, monta estrutura independente para a fixação. O material é o mesmo em qualquer cenário: polietileno virgem com tratamento UV, resistência testada de 500 kg/m² e instalação conforme a ABNT NBR 16046, com pontos de fixação a no máximo 35 cm entre si.
E o foco dessa proteção tem idade definida: bebês e crianças de 1 a 4 anos — faixa que concentrou 110.503 internações por queda no SUS entre 2014 e 2023, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. É a idade em que a criança já anda e escala, mas ainda não reconhece o perigo. Se o seu apartamento fica perto da estação, do Largo do Campo Grande ou já no limite da Av. Interlagos, na divisa com Santo Amaro, a equipe vai até o local para vistoria e orçamento sem custo.
- Polietileno virgem com aditivo UV
- Ancoragem sem furar o vidro temperado do guarda-corpo
- Malha 5x5 cm — abaixo dos 6 cm recomendados pela Criança Segura
- Mão de obra própria registrada, com documentação técnica